BATBASE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     Bat-Balanço de 2005 - (15/01/2006)

 

     Seis meses após sair da gráfica, o Dicionário do Morcego acumulou importantes trunfos. Com boa parte de sua primeira edição vendida, o livro deste colunista foi lançado na livraria Comix - a meca dos quadrinhos no Brasil localizada nos Jardins, de Sampa - em 25 de junho, uma semana após ficar pronto e com oito dias de exibição de Batman Begins nas telas do todo o País. Em Belo Horizonte, o dicionário chegou oficialmente na livraria Leitura Pátio, ponto mais nobre da cidade deste autor, no dia 5 de julho. O bat-evento teve direito até a bat-docinhos feitos pela mamãe Mary Ribas.
     Como convidado do Batbase, o Dicionário marcou presença em dois grandes eventos: o maior encontro de batmaníacos do Brasil, no Shopping Guarulhos (30 de julho), e outro na Feira do Livro Infanto-Juvenil e Quadrinhos de São Paulo (13 de agosto). Entre os contatos feitos na feira foi o com o desenhista brasileiro Ivan Reis (Batman e Superman). Naquele mesmo dia, este colunista participou com o colega jornalista Gonçalo Júnior (Guerra dos Quadrinhos) de bate-papo com o público na livraria Lima Barreto, também na capital paulista.
     Nesses encontros participaram muitas crianças, animadas pelos bat-fãs fantasiados como heróis mascarados da DC, tudo registrado por este batbase.com.br. O bat-grupo coordenado por Renato Araújo deu e vem dando o maior apoio na promoção do livro, em diversas frentes. Mas momentos ainda mais marcantes estariam por vir. O livro brasileiro sobre Batman chegou bem ao Rio, reduto de um importante grupo de admiradores do homem-morcego e onde vive alguns dos maiores colecionadores do universo Batman do mundo, como Jorge Ventura (Tribuna do Morcego),
Márcio Escoteiro (idem), Linc Nery (site Batman A Trajetória), Guilherme Santos (Correio Gotham) e Mário Abbade (Almanaque Virtual/LMHM).

     Na cidade maravilhosa, a oportunidade veio com o convite para um bat-lançamento que fizesse parte da agenda cultural da moderna megaestore Armazém Virtual, de Jack London, pioneiro da internet brasileira. A tarde de autógrafos contou ainda com a apresentação de fanfilmes e a presença de Márcio Seixas, dublador do cavaleiro das trevas no famoso desenho animado Batman - The Animated Series. Fotos podem ser conferidas neste site.
     Depois dos vôos rasantes do morcego de papel nas três maiores cidades do Sudeste, este autor participou de uma mesa de debates na Feira do Livro de Itabirito (MG), em 8 de outubro. No dia seguinte o Dicionário participou do Festival Internacional de Quadrinhos (Fiq!), na capital mineira. Nesse tempo transcorrido, foram publicadas em jornais e revistas de todo Brasil e também na Internet resenhas, notícias, comentários e entrevistas com o autor. Tudo começou com a citação na crítica da Veja, maior publicação brasileira, publicada em 11 de junho, no fim de semana anterior ao lançamento mundial do blockbuster.
     A abordagem da mídia foi mesmo variada, incluindo até as notinhas de blogs. Um programa acadêmico de 50 minutos foi gravado em 12 de julho e está disponível desde então na rede de computadores com a palestra Batman - ícone cultural, herói multimídia e mito moderno. Os sites gerados no exterior Defender of Gotham - do norte-americano Dave Carrol e um dos mais aplaudidos entre os dedicados ao cavaleiro das trevas -, The Batman's World (do canadense Ahmed Jeewa) e os brazucas Brazzil e Brazil-Brasil publicaram o release sobre o Dicionário do Morcego.
     Como curiosidade, existem ainda notas sobre o livro publicadas nos mais importantes sites sobre Batman da Polônia (Batcave) e da Espanha (Guia Visual, do escritor David Hernando).

     Participamos de pouco mais de uma dezena de programas de rádio - incluindo o Jornal da CBN, com Herótodo Barbeiro (CBN), e Você é Curioso? (na Rádio Band AM, duas vezes), de Marcelo Duarte - e de TV em São Paulo e Minas, além de um bate-bato (13 de julho) no portal UOL, que reuniu 648 participantes.

     Um destaque foi o programa Todo Seu, do cantor e apresentador Ronnie Von, dedicado aos livros sobre Batman e Chaves (Foi Sem Querer Querendo?), apresentado pela TV Gazeta em outubro.
     Problemas de agenda impediram atender outros convites, como os de Paulo Henrique Amorim (Tudo a Ver), Leda Nagle (Sem Censura) e uma entrevista na rádio Bandeirantes de Porto Alegre. No fim das contas, o melhor retorno deste bat-balanço é mesmo o colhido junto aos fãs brasileiros de Batman.
     As palavras de reconhecimento (e todas as criticas e observacoes) desse público são a melhor recompensa para um projeto que nasceu de um velho sonho de colocar nas estantes um livro único, escrito de fã para fã, com todo o rigor que um guia de referências merece. Entre os cumprimentos recebidos por escrito, alguns inesperados, como o de Roberto Duailibi, da DPZ, um das lendas da publicidade. Espera-se que as asas do morcego levem o livro a lugares bem mais distantes.

 

Bom Ano Novo! Vida longa ao Morcego! Vida longa ao Batbase!